agosto 08, 2009
gato
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janeiro 28, 2009
Bizkit au cinéma
Ce n'est sans doute pas un très bon film mais dans toutes les stations de métro de Paris, je voyais la tête de Belmondo et la tête de Bizkit. Peut-être qu'il est passé à coté d'une belle carrière ? Peut-être que Joao pourrait lui donner une chance ?
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acho...
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janeiro 24, 2009
bom, este blogue...
Agradeço porém a vossa colaboração, as vossas sugestões, os vossos votos, comentários e blablabla. Em particular agradeço ao Insano que, logo da primeira e talvez única vez que aqui aterrou, foi o primeiríssimo a lembrar-se desta dupla, da qual ainda por cima sou fã e que me tinha escapado.
O Insano, que não tenho o prazer de conhecer, acabou pois de ser promovido a Padrinho dos meus gatos. Claro que padrinho tem obrigações, não é verdade?
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janeiro 20, 2009
será da ração?
Porr@.....!
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janeiro 17, 2009
eh pá, desculpem lá e tal...
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sondagem
janeiro 14, 2009
rei morto rei(s) posto(s)
Pois é a falta da cabeça do gato a roçar as bordas das páginas do livro que lê à noite na cama.
Pois é a ausência daquele susto quando está quase a adormecer no sofá e o gato salta silenciosamente para o colo.
Pois são as unhas que já não verificam a solidez da perna antes do enroscanço.
Pois é não ter de abrir os armários e gavetas para procurar o gato que lá se escondeu enquanto a D. Antónia virou costas e vê-lo a sair espreguiçando-se depois de um dia de sonos entre camisolas de lã.
Pois é não ter aquele pelo todo onde enfiar os dedos distraidamente enquanto conversa com os prórpios botões.
Pois é. Foi a saudade de todos esses pequenos prazeres da companhia felina que me levou há dois dias à loja de animais aqui do bairro a ver se havia gatinhos para dar. Não havia, mas uma senhora tinha lá deixado o contacto, se aparecesse alguém e blablabla, telefonema, volte amanhã, vê se gosta e escolhe e blablabla, resumindo e concluindo ontem saí da loja com dois gatinhos irmãos, porque assim brincam e não ficam tristes e leve lá os dois e eu sou mole, não é...
De maneira que agora tenho cá estas duas lindezas ainda sem nome (ontem chamavam-se Blake e Mortimer, mas Mortimer é grande de mais e ainda ficava Morty e, bem... não me apetece):


Mas então ajudem-me lá, please
Laurel & Hardy?
Eros & Cupido?
Buda & Krishna?
Batman & Robin?
Aquiles & Heitor?
Créos & Vulcano?
Camembert & Roquefort?
Tom & Jerry?
Duffy & Duck?
Pussy & Cat?
Achille & Talon?
Magritte & Dali?
Berlioz & Toulouse?
Toulouse & Lautrec?
Charles & Darwin?
Kant & Hegel?
Marcel & Proust?
Mia & Miao?
D. Quixote & Sancho Pança?
Fellini & Visconti?
Baltazar & Belchior?
Morris & Goscinny?
Lucky Luke & Jolly Jumper?
R2D2 & 3CPO?
Fritz & Lang?
Simon & Garfunkel?
Cat & Stevens?
Amadeus & Mozart?
Ra & Aton?
César & Calígula?
Helllllllllllllllllllllllllllllllllllp!!!!!!!!!!!!!!!
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socorro
janeiro 02, 2009
e a 31 de Dezembro de 2008...

Era lindo, não era? Mesmo, mesmo!
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dezembro 21, 2008
gaston
O Gaston é o meu gato. De entre o que se pode esperar de um gato, é um bom gato. Independente, altivo, talvez um pouco arrogante, curioso, um nadinha burro e bastante egocêntrico. Digamos que é... um gato.
O Gaston está doente. Não está doentinho. Está mesmo doente. Ontem tive a confirmação daquilo que já esperava, pelo resultado das biópsias: tumor maligno, altamente invasivo e criador de metástases. Apareceu há um mês sob a forma de um inchaço numa pata traseira. Amanhã vai fazer ecografias e radiografias para saber se há tumores em mais algum orgão. A veterinária disse-me que, se não houvesse, se podia amputar a pata. "Os gatos adaptam-se muito bem só com 3 patas, fazem uma vida normal." Vou chateá-lo só mais esta vez com os exames por descargo de consciência. Não tenho ilusões. Também havia um quisto no pescoço que se conseguiu tirar, mas tinha a mesma origem. Sei que não vou amputar pata nenhuma ao meu gato. Sei que o "tumor maligno, altamente invasivo e criador de metástases" está irremediavelmente espalhado. Se chegar lá, o Gaston fará 10 anos em Abril. É o gato mais bonito do mundo.
Vou mantê-lo enquanto tiver a vivacidade para fazer o que fez hoje: caçar passarinhos num 6º andar e depositá-los no chão da cozinha, como uma oferta.
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agosto 06, 2008
ácido desoxirribonucleico
Põem-me dentro de uma caixa num apartamento em Lisboa. Quando a caixa se volta a abrir os cheiros são todos diferentes. Saio com cautela, abro as narinas e aspiro o ar com força. Tacteio o chão onde se me enterram as patas, deambulo devagar a reconhecer o sítio, roço os bigodes por todos os lugares. Não vejo o sofá, nem as camas, nem a mesa onde me costumo espreguiçar num raio de sol. Não vejo os telhados nem o rio ao longe, nem ouço as andorinhas a esvoaçar piando.
Vejo verde, árvores com as folhas a adejar ao vento, um chão de tijoleira, um deck de madeira que cobre a areia e um muro. O cheiro novo e forte aguça-me de novo os sentidos. Quero ver o que há para lá do muro.
E de repente, sem saber como, dou comigo em cima das árvores passeando pelos troncos como se nunca tivesse feito outra coisa na vida. As unhas afinal não são só para rasgar os sofás; são fantásticas para estas incursões no mundo vegetal. Daqui de cima vejo o mar ali tão perto, a brancura do areal, o colorido dos chapéus de sol, as pessoas. Logo à noite, quando não houver lá ninguém, vou ver como é o mar mais de perto.
Entretanto, caço pardalinhos em ataques surpresa ou fico-me por aqui, a dormitar, dissimulado por entre a folhagem e de cauda pendurada.
Como um leopardo.
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fevereiro 25, 2008
os animais são nossos amigos
E esta então, linda de morrer.
Linda de morrer...
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fevereiro 20, 2008
máquina zero
A minha inundação, então nesta época de pré-primavera é de pelos. PELOS, senhores. Às centenas, aos milhares. Por mais que se varra e aspire, há sempre uma bolinha de pelos a esvoaçar rente ao chão.
Estou a pensar seriamente recorrer à máquina zero e resolver o problema pela raiz. Do pelo, claro.

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janeiro 20, 2008
inveja
pura. inveja mesmo. de estar assim como tu, adormecido ao sol no aconchego dos edredons. sem nada que te mace, que te apoquente, que te entristeça. apenas gozando a carícia do sol e esperando a certeza de um afago. dedos por entre o pelo e tu a descontraires, a relaxares. certezas na vida de um gato. inveja.
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outubro 23, 2007
Independência canina
Adoptei o Biskit há 5 anos no Algarve. Tinha sido apanhado na rua e salvo de uma morte certa ou de uma desgraçada vida de cão pela família que me alugava a casa e que, por já ter feito o mesmo a uns quantos cães e gatos, me implorou que o trouxesse.
Contra a vontade do agora meu vizinho, mas rendida àquele olhar de bambi, lá o trouxe, miserável, fraco de pernas, completamente carente de afectos e cheio de medos.
O meu filho baptizou-o em homenagem a uma banda de música duvidosa chamada Limp Biskit, vencendo o meu vizinho que lhe queria chamar Napoleon, só pelo ridículo da coisa. Em casa tem os diminutivos de Biscas e Biscoito e na vizinhança chamam-lhe várias coisas entre Whiskas, Whisky, Biscuit e sei lá que mais.
A única condição que lhe pus no processo de adopção foi a seguinte:
meu caro amigo, salvei-te de uma existência mais do que manhosa, por isso tens de fazer pela vida. se queres cama, mesa e roupa lavada, não me percas de vista que eu não estou para andar atrás de ti nem contigo na ponta de uma trela.
Acho que ele percebeu pois nos primeiros tempos não se afastava de mim mais do que 10 cm. Eu andava às voltas, fazia oitos, corria, parava, avançava, recuava e o cão sempre colado às minhas pernas.
À medida que cresceu foi-se tornando cada vez mais independente a este ponto:
- no ano passado, quando cheguei à ilha nas férias, partiu à desfilada para a casa de uns amigos para onde eu costumava ir em vez de me seguir para a casa nova que ele não conhecia. Como demorei um bocado a aparecer deve ter pensado que eu me tinha ido embora sem ele. Acabei por ter de ir buscá-lo a terra onde me esperava pacientemente no cais, depois de ter feito 3 viagens para lá e para cá sem pagar, conforme me contou depois o marinheiro de serviço.
- nas férias deste ano, um dia desapareceu por volta das 8 da noite e só regressou às 2 da manhã. podia ter dormido na rua, não é? Pois ladrou até me acordar, porque queria vir para dentro de casa.
- De manhã quando vou tomar o pequeno almoço ao café, ele vai à vida dele. Sabe perfeitamente que eu fico lá cerca de 15 minutos. pois já por várias vezes tive de ficar à espera de sua excelência mais de meia hora e hoje, quando saí para jantar, estava a ver que tinha de deixar a chave na porteira, pois demorou-se quase uma hora na rua.
Sim, porque com esta esperteza toda, ainda não aprendeu a entrar pela porta de serviço que está quase sempre aberta durante o dia, a subir as escadas e a sentar-se no tapete à espera que eu chegue.
Põe-se a ladrar feito parvo lá em baixo, até que eu o ouça e lhe vá abrir a porta para o subir no elevador.
Não sei se lhe dê as chaves de casa ou se lhe compre um escadote para ele chegar à campainha da porta e ao botão do elevador.
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setembro 30, 2007
há oito anos
Apesar disso, talvez pela inegável estupidez que lhe reconheço (é lindo de morrer, mas lerdo como tudo), ainda não percebeu que não lhe faço mal e continua quase tão arisco como quando o adoptei, gatinho de 2 ou 3 meses.
No entanto, tem comportamentos comigo muitíssimo semelhantes aos das pessoas, daqueles que vêm relatados em qualquer artigo manhoso das revistas de cabeleireiro:
Se não lhe ligo nenhuma, não me larga: salta para o colo, toca-me com a pata a pedir festas (pata essa da qual nunca aprendeu a recolher as unhas quando toca).
Se o agarro ao colo para lhe dar mimos, aguenta-se 30 seguntos, torce-se como uma enguia e salta para o chão.
É a velha história do "não f*d*, nem sai de cima".
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agosto 25, 2007
eu, margot
Ontem, porém, foi uma querida. Levou-me a casa de uns amigos dela que têm um grande jardim e uma piscina. Estava lá um rapaz bem simpático, o Pipo, uns anos mais velho que eu, mas enturmámos bem. Ele estava um bocado triste porque lhe morreu o irmão gémeo há pouco tempo por isso eu esforcei-me por animá-lo e brincar com ele. Lá andámos a rebolar na relva onde fizemos um belo buraco, trocámos pulgas, mordiscámo-nos nas orelhas e abanámos os rabos. O pior foi não nos terem deixado ir para a piscina... Eu bem pedi, pois estava cheínha de calor e a apetecer-me imenso uma banhoca, mas lá está o tal problema de comunicação... ninguém me ligou nenhuma. Nem me deixaram passar para lá do portãozinho que dá acesso à zona da piscina.
Como entretanto o Pipo já estava cansado e não lhe apetecia brincar mais, eu tratei de ir explorar o sítio. Embrenhei-me lá por trás duns arbustos e nisto comecei a sentir um cheirinho mesmo bom. Eh pá! que será isto? Como não estava ninguém por ali, resolvi ir ver do que se tratava e sabem o que encontrei? Pois nada mais nada menos que um belo rato, já bem morto pois tinha umas partes meio secas e umas minhoquinhas a sairem da carne. Mas cheirava bem como eu sei lá! Nunca tinha cheirado nada assim. Uma maravilha! Peguei nele e fui-me pôr na relva, mesmo ao pé do terraço onde a minha dona por uns dias havia de ir jantar. Brinquei imenso com o ratinho, mordisquei-o, estive a ver o que faziam as minhoquinhas (estavam a comê-lo as marotas) e depois, para guardar bem aquele cheirinho rebolei-me toda por cima do bicho. Eta, que coisa boa! Nunca me tinha divertido tanto!
Estava eu toda contente, quando as pessoas começaram a vir para o jantar. A primeira a chegar foi a minha dona por uns dias, que andava à minha procura. Apareceu de nariz torcido, a dizer que o jardim naquele sítio fedia, a perguntar a si mesma se teriam andado a pôr ferthumus na relva (sim, porque eu até os pensamentos lhe leio), que assim não se podia jantar ali. De repente viu-me e disse: mas que andaste tu a fazer? Estás toda suja! Parece sangue... andaste à bulha com o Pipo? Mas que cheiro horrível... Foi nesta altura que ela viu o meu ratinho... Bom, nem sei que vos diga... a partir daqui foi um inferno. A minha dona por uns dias aos gritos a chamar a amiga com um ar todo enojado, os outros todos a aparecerem numa grande algazarra, com panos a tapar os narizes, a perguntarem mas que cheiro fétido é este? e eu sem perceber nada.
Nisto, ela agarra em mim pela coleira, puxa-me para um canto e toca a regar-me com uma mangueira de água gelada. Então, então... agora não! agora está frio! eu queria era a piscina... e ela sem ligar nenhuma, a pôr-me sabão, a esfregar-me toda, e mais água e mais sabão, eu toda cheia de espuma, um tormento.
Assim que ela me largou, fugi dali para fora e fui rebolar-me num pedaço de terra sem relva. A maluca não faz mais nada. Agarra em mim com um ar muito zangado e outra vez mangueira, sabão, mangueira. Eu de vingança sacudi-me e dei-lhe um valente duche... mas ela nem me largou. Agarrou em mim, esfregou-me com uma toalha e toca de me atirar para cima com um bafo quente que saía dum tubo que fazia muito barulho... Tive tanto medo... fartei-me de tremer... mas depois fiquei quietinha pois estava com frio e aquele ar quentinho estava a saber-me bem. A minha dona por uns dias ficou muito zangada comigo e acho que preocupada com receio que o ratinho me tivesse feito mal à barriga. Mas não. Sinto-me óptimamente.
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agosto 23, 2007
Dr. Dolitlle
Claro que falam. O pior é que não falam todos a mesma lígua. Por exemplo eu e o meu cão entendemo-nos perfeitamente. Ele sabe quando eu estou contente ou zangada com ele, quando quero brincar ou quando prefiro que ele não me chateie. Ele, por seu turno, emite os sons e faz os gestos que me permitem perceber com toda a clareza se ele quer comer, ir à rua ou que eu lhe dê um pouco de atenção.
Esta semana estou outra vez de guarda a este animal, que entretanto cresceu sem ser comigo. Em resumo, não nos entendemos. Ela ladra, eu dou-lhe água e comida. Ela ladra outra vez. Brinco com ela. Passado um bocado tenta por-se ao meu colo de patorras no teclado do pc. Faço-lhe festas. Começa a mordiscar-me a mão e o braço que já está todo arranhado. Levo-a à rua. Chegamos a casa. Ladra outra vez.
Bolas.
Eu cá só percebo rafeirês. Alguém tem um bom dicionário de goldenretrieverês?
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junho 25, 2007
Margot
Como se não me bastassem já um cão, um gato e alguns gorgulhos que descobri habitando um pacote de massa na despensa, o meu filho resolveu trazer hoje a margot ( dois meses passados e a bicha tem o dobro do tamanho) para dormir cá em casa.
Se os outros dois largam pelo, (os gorgulhos já no lixo e mais o pacote de massa, coitaditos) esta larga mijo. Já sabe que os cócós se fazem na rua, mas quanto aos xixis continua, como disse o meu filho, bastante incontinente. Com a agravante que faz sempre que se assusta. Então, poça de xixi quando viu o gato a bufar de pelo e rabo espetado todo ele com o dobro do tamanho, pocinhas de xixi desde a sala até ao quarto quando levou uma sapatada, poça de xixi no patamar derivado ao receio de entrar no elevador, poça de xixi quando o cão lhe rosnou.
Também faz quando algo a sensibiliza, no bom sentido claro. Então, poça de xixi se lhe faço uma festa, poça de xixi se entro no quarto do J, poça de xixi se lhe digo que é linda.
Nunca dei tanto uso à esfregona em tão pouco tempo.
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abril 29, 2007
doggy baby sitting
Nós fazemos-lhe festinhas, andamos com ela ao colo e limpamos os presentes.
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abril 14, 2007
Soluções complicadas
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