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setembro 26, 2009

a minha cruz

Há dias recebi esta tira da Mafalda no meu e-mail. Lembrava-me bem dela, como me lembro de quase todas, tantas foram as vezes que li, reli e releio as Mafaldinhas e os cartoons do Quino.

Quando recebi a tira ainda estava sem saber em quem votar. Como não ir às urnas está fora dos meus princípios e votar em branco me deixaria com a sensação de deixar para os outros uma decisão que acho dever também ser minha, se bem que o voto em branco me livrasse de futuros sentimentos de culpa, lá decidi em que quadradinho vou deixar a minha cruz (gosto deste duplo sentido de "a minha cruz").

Mesmo achando que o meu candidato não vai ganhar, isso não impede, porém, que me continue a sentir exactamente como o pai da Liberdade.

setembro 27, 2008

chegadinhos de Paris #2




Fui ver a outra entrada que fiz há cerca de um ano com o mesmo título.

A mesma história, tudo quase igual, exceptuando la veste. Desta vez, o meu vizinho só trouxe mesmo o que lhe encomendei. Bd's recentes e le dentifrice à l'anis que já não consigo encontrar por cá outra vez.

Joann Sfar já conheço e é muito variável a opinião com que fico dos livros. Alguns são ligeiramente trop avant-garde para o meu gosto no que concerne aos desenhos. Outros, como a série Le chat du Rabin, adoro. Jirô Taniguchi é mesmo uma estreia.

Ah e quanto aos 3.300 m2 de livraria nas Amoreiras, expectativa gorada. É muito mais o espaço que a variedade ou originalidade de títulos disponíveis...

E as bd's novas cá estão, na fila da mesa de cabeceira.

dezembro 10, 2007

chegadinhas de paris...


... aguardam ali em cima da mesa que eu acabe o que estou a ler para começá-las.



Com elas veio un fromage de chèvre, un tiers de quatre-quarts (mais conhecido por "bolo das tias") e une belle veste en laine noire et grise (eu tinha pedido uma blusita, mas pronto).

Não fossem estas visitinhas do meu vizinho à terra e lá teria de comprar as bd's na Amazon...

Quem, como eu, gosta de banda desenhada diferente da habitual, moderna, alternativa, está lixado neste país. Nem na FNAC, nem em lado nenhum. Vamos ver se nesses 3.300 m2 de livraria que estão quase quase a abrir nas Amoreiras a coisa muda.