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outubro 15, 2009

rotos copia



Eu passei um serão a imprimir e dois a digitalizar, que sou muito boa mãe e isto tinha de estar pronto na sexta-feira, dia em que também há exame de código. O nome dele aparecia no messenger com um "animation makes eye-pain", pois desenhar por cima dos fotogramas sobre uma mesa de luz, dá cabo dos olhos, acredito. Depois coloriu com aguarelas. O filme tinha de ter cerca de 5 segundos, foram 64 frames.

Ficámos rotos. E o filme ficou giro. Digo eu, que sou a mãe.

agosto 05, 2009

operações de câmara

O meu filho teve uma cadeira na faculdade chamada "operações de câmara". O exercício proposto no final do ano consistia em fazer um pequeno filme baseado nesta cena de "il buono, il brutto, il cattivo" de Sergio Leone, em que a montagem de planos e o jogo de câmara são decisivos para a criação de suspense:



A realização do exercício coincidiu com uns dias que ele e os colegas de grupo passaram comigo nas férias, no Algarve. Depois de andarem a moer o juízo a meia praia, a transformarem-me a mim e aos meus amigos em actores de ocasião, regressaram a Lisboa 24 horas antes do prazo de entrega do trabalho, completamente descontentes com as cenas que tinham filmado. Numa noite e numa manhã, mudaram o argumento, voltaram a filmar e fizeram isto:



Eu acho que ficou mesmo bem!

junho 29, 2009

mãe babada

Finalmente vou ter alguém que me ensine a fotografar.

O meu filhíssimo teve 20 num teste de fotografia na faculdade e 17 na cadeira.

Confesso que não seguro a baba. :-)

junho 08, 2009

a primeira vez

Desde o princípio do ano que andava dizendo ao meu filho para se ir recensear para poder votar. Foi adiando, adiando e, há cerca de um mês lá foi à Junta de Freguesia. Quando chegou a casa e lhe perguntei como correra a coisa, disse-me que não ia poder votar para as Europeias pois as listas de eleitores já estavam fechadas e que só depois de do dia 7, hoje, é que poderia ir de novo à Junta para se recensear. Barafustei com ele por ter deixado passar o tempo até chegar ao ponto de ficar de fora.

Há uma semana e tal a minha mãe, falando das eleições, manifestou o seu contentamento por o neto já poder votar. Contei-lhe a história da ida à Junta de Freguesia e a minha mãe, que nos seus 84 anos é mais atenta que eu e o meu filho, disse-me que tinha quase a certeza de que agora o recenseamento era automático. Eu, parva, achei que a senhora da Junta havia de saber mais de recenseamentos que a minha mãe e liguei pouco à informação. Domingo passado quando fui às compras passei frente a uma vitrine da Junta onde as palavras "RECENSEAMENTO ELEITORAL" em letras gordas me chamaram a atenção. Dizia o edital que o recenseamento era automático a partir do 17º aniversário e que os meninos desde que tivessem 18 anos no dia das eleições, podiam votar sem mais aquela. No edital, o endereço do site onde se pode ir buscar o número de eleitor. Fiquei boquiaberta. Chegada a casa contei ao J o que lera, fomos os dois ao tal site e lá estava o nome dele associado a um número de eleitor e a uma assembleia de voto.

O J passou parte da semana na net a visitar os sites dos vários partidos e movimentos para decidir onde votar (haverá alguém que faça isto depois da primeira vez?). Hoje lá foi estrear-se nas urnas, satisfeito da vida.

Bem sei que sou desatenta e que tinha, e ele também, obrigação de saber destas modernices. Mas não sabia. E disse-lhe para se recensear. E ele foi informar-se. E disseram-lhe tudo ao contrário, mas tão ao contrário que, se não o conhecesse como os dedos da minha mão, acharia que tinha lá ido com os copos.

E agora pergunto: por que raio têm os meus impostos de servir para pagar ordenados a senhoras imbecis que dão informações completamente distorcidas?

maio 04, 2009

mother and son dialogue

- também tens uma página no feicebuque?
- nahh...
- o quê, os da tua geração são mais do aifaive, é?
- nahh, isso tudo já deu. aifaive, feicebuque, tuítar. eu já só ligo ao maicepeice.

e eu a pensar que era muito moderna.

março 29, 2009

vida própria

Proposta de trabalho:

1 - Produzir uma curta metragem em vídeo com cerca de 5 minutos;

2 - Tema do argumento: dois personagens devem encontrar-se para trocarem algo (objecto, informação) mas um terceiro elemento dificulta o encontro e impede a troca;

3 - Premissas da realização: os takes devem ser se movimentos de câmara e filmados em, pelo menos 3 casas/locais diferentes, mas de forma a que isso não seja óbvio para o espectador, que deve entender que a acção se desenrola sempre no mesmo ambiente.

Resultado:



O J teve esta ideia, filmou em 4 casas de familiares e, com os meios e conhecimentos próprios do seu 1º ano de faculdade, apresentou este trabalho. O professor da cadeira disse que parecia um filme da série Z, ao que o J retorquiu que, efectivamente, com os meios que ele e o seu grupo de trabalho tinham ao seu dispor, não poderia ser outra coisa.

O filme foi exibido pelo professor nas outras turmas, como exemplo de um trabalho bem conseguido. O meu rebento ficou contente e aqui a mãe, também.

março 20, 2009

just before I go to sleep

"I love you so much, mother...", he said.

:-) :-) :-) :-) :-) :-)

março 10, 2009

l'homme sans ombre

Será que estamos a ficar velhos quando começamos a aprender coisas com os nossos filhos? E não, não me refiro àquela cena de aprender com os erros a educá-los e blábláblá. Falo em aprender mesmo à séria, quando a coisa se começa a inverter nos jantares e são eles que nos ensinam ou mostram coisas que não sabíamos ou não conhecíamos? Bom, não sei a resposta e, de qualquer forma não me sinto nem um tico velha; para já, estou a gostar da troca de papeis que volta e meia vivemos aqui em casa e agrada-me a resposta que tenho quando, ao constatar que a informação que estou a receber não vem da escola, pergunto:

- mas onde é que tu aprendeste isso tudo?
- é que eu leio coisas, sabes?

Bom, adiante. Hoje o meu filho foi à monstra ver quinze curtas de (tenho de copiar o nome) Georges Schwizgebel. Não conhecia, eu. Ele, o filho, gostou muito e, chegando a casa, mostrou-me esta:



Giro, não é? Para além da estória, que tem interesse, piada, sumo, o que quiserem, atente-se no efeito de movimento de câmara. Eu gosto de animação, mas confesso que não percebo nada da coisa. Gosto e é tudo. Mas parece-me que este virtuosismo de "movimento de câmara" não é muito frequente, pelo menos no pequeno universo do que conheço. E, neste filme, esse movimento é muito bem potenciado pelo das sombras. Muito interessante, digo eu que, como já referi, não percebo um caracol de cinema de animação.

Claro que este filme daria para falar de coisas mais profundas como "nós e as sombras que também somos" ou "sombras que nos precedem, nos perseguem, mas sempre nos acompanham" ou "o lugar que sempre tem no mundo quem é diferente", mas isso são outros carnavais.

Para já, estou feliz por ter sabido da existência deste Georges Schwizgebel. Acho que vou procurar mais uns filmes no tubo.

janeiro 20, 2009

coisas sem importância

Volto para casa já depois das oito com frio e chuva a escorrer no pára-brisas, pensando no conforto da sala e em qualquer coisa quente. Antecipo o prazer da casa em sossego, dos livros que me apetece ler devagarinho, da música que vou ouvir depois do jantar enquanto deambulo por aqui ou me sento em frente de papeis em branco que esperam ser preenchidos com palavras ou com cores.

Ouço na RFI a reportagem da tomada de posse de Barak Obama e da despedida de Bush com canções de byebye e penso que já não vou a tempo das notícias da 1, mas que poderei ver as da 2. O noticiário da RFI passa para outro tema e pergunto-me porque só os franceses francesam todos os anglicismos e dizem profil bas quando toda a gente em todo o lado diz low profile. Lembro-me de outra reportagen que ouvi há meses e nos minutos que demorei a perceber que Pitarregábrièle era Peter Gabriel.

E assim entre pensamentos sem interesse que se vão interligando e vindo e indo e passando acabo por chegar ao parque de estacionamento, sair do carro, sentir no corpo os 5ºC que o termómetro do carro marcava e encaminhar-me lentamente para a porta do meu prédio, mesmo com chuva gelada na cabeça não me apetece apressar o passo, vá-se lá saber porquê.

Pego o elevador e saio no patamar, ansiosa pelo meu sofá e por um prato de sopa igual à que comi ontem. A casa não está às escuras nem fechada à chave, na sala uma câmara de video montada num tripé, o meu filho e outro miúdo a olhar para os apontamentos das cenas e à mesa um casal desconhecido de arroz e salsichas no prato, frios de tanta espera e tanto take. Era suposto ter sido ontem e por isso fui ao cinema. Ontem. E agora não tenho sala, nem quartos, tudo transformado em cenário. Resta-me ficar por aqui. Nem leituras, nem pinturas. Não se pode confiar em adolescentes.

dezembro 08, 2008

piropos filiais via messenger

João - just woke up from the daydream diz (00:05):
tao tao gira nessa foto mamã
Teresa diz (00:05):
achas?
João - just woke up from the daydream diz (00:05):
acho
Teresa diz (00:05):
a mãe é gira?
João - just woke up from the daydream diz (00:06):
é a mae mais gira
Teresa diz (00:06):
YEAHHHH!

novembro 11, 2008

vidas

Hoje o meu filho fez um vistaço na escola ao ser um dos que pôs o dedinho no ar quando o professor perguntou à turma se alguém conhecia a hammer films. Resumidamente e para quem não tenha paciência de visitar a página de que deixo o link, trata-se de uma produtora inglesa que nos anos 50 a 70 fez, entre outros filmes do género, alguns remakes dos clássicos do terror dos anos 30, como Drácula e Frankenstein. Pelo que me disse o J, os filmes começavam invariavelmente com um homem vestido de preto que saía de um caixão.

E conto isto porquê? Bom, a coisa atingiu a dimensão de fenómeno, criou de certa forma uma escola de seguidores e chegaram-se a fazer filmes do tipo "hammer horror" em Portugal. Sabiam? Eu também não. O que tem graça nesta estória, é isto: quem é que fazia a cena do homem a sair do caixão cá no burgo? Este homem, sobre quem fiz essa crónica aí atrás.

Sabem? O homem que diz adeus aos carros no Saldanha.

Vidas.

novembro 05, 2008

he loves movies

Quais Engenharias, Arquitecturas, Económicas, Físicas e Biologias, Direitos e Filosofias. Nada disso...

Sabem o que é um "plano de chão"? Ah, pois não...
E um "plano subjectivo"? Também não sabem, claro...
E que não se deve "cruzar o eixo"? Está visto que não...

Pois eu já sei tudo isto e vou saber muito mais, graças ao meu filho.
1º ano na faculdade a estudar o quê? Cinema, pois então.
E pela primeira vez desde que aprendeu a ler, vejo-o verdadeiramente entusiasmado com as aulas. Dantes só o via entusiasmado com os hobbies.

À conta dele, acabei de passar um bom bocado a ver "planos de chão" do Notorious do Hitchcock. Muito giro.

junho 08, 2008

de outro planeta?

Ontem, depois do primeiro golo que enfiámos na baliza turca, recebi um sms duns amigos que estavam a ver o jogo num dos ecrans gigantes que foram colocados na cidade e onde o consumo de cervejolas leva a que saia cá para fora o poeta que há em todos nós. Dizia assim:

A perna lusa dá tusa.

Achei graça e reencaminhei a rima para alguns contactos, entre eles o do meu filho.

Recebi de resposta:

?

Obviamente, a criatura não tinha percebido a piadola. Liguei-lhe:

- Ó mãe, não estás bem! O que é isto da perna lusa dar tusa?
- Ouve lá, tu não estás a ver o jogo?
- Jogo? Qual jogo?
- Qual jogo? Então, o Portugal-Turquia...
- E por que havia eu de estar a ver o jogo?
- Ora, porque começou o europeu, é o nosso primeiro jogo... Pensei que, mesmo não gostando muito de futebol, estes vias. Mas afinal que estás tu a fazer?
- Estou aqui em casa do pai com o A. Estamos a ver umas coisas dumas músicas da banda.
- Mas olha, falta um bom bocado para acabar. Ainda podes ver...
- E quem ganha?
- Nós, por um zero.
- Ah. Boa. Então adeuzinho.
- Vais ver o resto?
- Nahhh...

O meu filho é de outro planeta.

maio 11, 2008

dia da mãe

Vem com atraso, pois só agora tive acesso às fotos do Miguel Annes, fotógrafo oficial das bandas de garagem.

A última edição foi no domingo passado, dia da mãe, e este foi o melhor presente que eu poderia ter recebido. Até me vieram as lágrimas aos olhos.



"I love my mom". Não é uma delícia? I love you to, my darling.


Mais tarde, no calor da exibição, o J e o A elevados ao máximo, sem pararem de tocar.

Um must!

abril 12, 2008

saltando mais alto com as molas nos pés



Pois é. Estes putos ainda se fazem. Lá se inscreveram numa espécie de concurso de bandas de garagem que está a dar aos domingos à tarde de 15 em 15 dias ali no rock in chiado.

Fui assistir, obviamente. Vi o fim da actuação da banda antes da deles, vi a deles e vim-me embora. Mesmo assim fiquei um bocado surda durante dois dias e não sei como não me aconteceu nada de mais grave quando me pus no chão junto ao palco para fazer umas fotos e a canalha desatou ao moche mesmo ali atrás de mim. Salvou-me a barreira dos amigos do J, a quem eu gritei protejam-me dessa malta se não quando isto acabar, levam uma palmada no traseiro.

Em cada sessão há uma banda que passa à fase seguinte. De maneira que os fantásticos springshoes and the funky man fizeram a sua estreia no domingo passado e às 11 da noite não fiquei muito espantada quando o telefone tocou e

oh mãe vens-me buscar?
e então correu bem?
ganhámos!
e agora?
agora dia 20, temos de vir outra vez.


É no próximo domingo dia 20, no rock in chiado pelas 7 da tarde, mais coisa menos coisa.

Apareçam. A entrada são 5€ com direito a uma bejeca. Claro, têm de dizer que vão ouvir os springshoes and the funky man!

Para quem quiser, há mais duas músicas do concerto aqui.

março 27, 2008

funk rock psicadélico (?)

Ele diz que o género musical é funk rock psicadélico. Isto para mim é muito para a frente.

Vá lá pessoal, toca a ouvir as músicas do J, gravadas já como deve ser e online aqui, ó faxavor!

A minha preferida é a silence (dispensam-se piadolas com trocadilhos a propósito do nome, ok?). É a mais calminha.

março 16, 2008

só um grande grande amor...

... me faria saltar da cama a um Domingo às 8 da matina depois de me ter deitado às 4 da manhã à conta do trabalhito que não me dá grandes tréguas.

A cria foi hoje para um estúdio de gravação na Póvoa de Sta. Iria com a sua banda, para produzir a primeira maquete mais a sério com as 5 ou 6 músicas que já compuseram. Só o vou buscar à noitinha. Alugaram aquilo e mais dois tipos para apoio por 12 horas.

Na auto-estrada pedi-lhe que me descascasse uma maçã: J, está aí um daqueles canivetes suíços tipo cartão de crédito. Não te importas...?

Dois segundos depois:

- ai!!!!!!!! F....da-se. Desculpa o "f...da-se" mãe, mas cortei-me.

- Não faz mal. É para essas coisas que servem os palavrões. Mas cortaste-te muito? Cortaste o quê?

- Cortei um dedo. Não sei se é muito, não quero olhar.

- Põe o dedo para cima.

Deitei uma olhadela pelo rabinho do olho. Não parecia grave.

- E faz-te falta esse dedo? *

- Uma sorte, mãe. É mesmo o único que não me faz falta.

- Óptimo. Põe-se um penso rápido para proteger e vai tudo correr bem.

* O rapaz toca baixo. Só não precisa mesmo do mindinho da mão direita. Não sei o que o levou, destro, a querer descascar a maçã com a mão esquerda.

março 09, 2008

molas nos pés

Estão a ver este link em destaque aqui mesmo ao lado?

A banda da minha cria entrou na blogosfera. E eu, como mãe dedicada que sou, aqui deixo a necessária publicidade ao sítio onde eles fazem a publicidade deles.

Não sabemos aqui em casa qual vai ser o futuro dele, o que começa a ser um nadinha preocupante, dado que o 12º ano está quase a acabar e não há decisões à vista, nem opções tomadas em definitivo. Para já, uma das coisas que lhe ocupa mais tempo do que o desejável para concluir o secundário de uma forma razoavelmente elegante é esta banda, mas aprender música a sério também não faz parte dos planos...

Tento não me preocupar. Cada um tem o seu tempo para descobrir os seus talentos e vocações e, quanto ao resto, não tenho nada de que me queixar. Mil vezes a banda do que isto, por exemplo:

janeiro 25, 2008

hoje sinto-me assim


o meu filho foi inscrever-se para o recenseamento militar e ainda sinto nas narinas o cheiro dele em bebé.

março 07, 2007

Jota Pê

Bolas, parece que ainda ontem o pezinho dele tão pequenino que o fechava todo na concha da minha mão e aquela sensação boa quando ele mamava.

E o cheiro que dele emanava e a vontade de o lamber que eu sentia como se fôssemos dois animais, fêmea e cria, instintos básicos à flor da pele.

E acordar de noite em sobressalto porque de repente parecia que ele tinha deixado de respirar e eu muito quieta com os ouvidos todos abertos até confirmar o som regular que saía do berço.

E afagá-lo devagarinho, tocar aquela pele de seda e sentir que aquilo também era eu, pedaço de mim feito gente, outra pessoa mas mesmo assim um bocadinho de mim.

E durante meses, anos, um inferno porque não queria comer, a colher de papa a acertar na bochecha, raio do puto sempre a pôr a cara para o lado, apesar do circo das avós e empregadas a abanar frascos com botões, a tocar pífaros e outras palhaçadas que o distraíam os segundos necessários para, de vez em quando, o apanhar à má fila e lá lhe enfiar mais uma colher pela goela abaixo.

E o desespero de o deixar na escola a primeira vez, lavado em lágrimas a estender a mão para mim e eu a descer os 4 degrauzinhos da entrada de nó na garganta e foi assim de Setembro a Março e nos anos a seguir nos primeiros 15 dias depois das férias grandes.

E depois a primária o básico o secundário e ontem eu a ajudá-lo a preencher os papeis para os exames do 11ºano e hoje ele a anunciar-me a nova namorada.

Bolas, parece que ainda ontem e afinal 16 anos e meio.

E as mãos mais bonitas do mundo são dele.