Claro que, obviamente, tudo isto não tem a menor importância.
outubro 08, 2009
ainda do debate dos candidatos à cml
Claro que, obviamente, tudo isto não tem a menor importância.
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outubro 07, 2009
do debate dos candidatos à CML
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setembro 27, 2009
descubra as diferenças
Voz de ordem dos meninos do PSD - "é jota é dê, é jota ésse dê".
Isto, apesar de não querer dizer rigorosamente nada, apregoa o mesmíssimo nada.
O futuro adivinha-se tão cinzento ou mais ainda do que o presente.
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setembro 26, 2009
a minha cruz
Quando recebi a tira ainda estava sem saber em quem votar. Como não ir às urnas está fora dos meus princípios e votar em branco me deixaria com a sensação de deixar para os outros uma decisão que acho dever também ser minha, se bem que o voto em branco me livrasse de futuros sentimentos de culpa, lá decidi em que quadradinho vou deixar a minha cruz (gosto deste duplo sentido de "a minha cruz").
Mesmo achando que o meu candidato não vai ganhar, isso não impede, porém, que me continue a sentir exactamente como o pai da Liberdade.
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bd,
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junho 09, 2009
das euro-eleições
A mim parece-me óbvio que a grande ganhadora destas eleições foi a crise no sentido em que influenciou os votos de forma determinante. Permito-me opinar que, salvo nalguns casos como o da Itália, ganharam as eleições os partidos da oposição, e outra coisa não seria de esperar. Fosse a direita que estivesse maioritariamente nos governos às contas com a crise e era ver a viragem à esquerda.
Mas isto sou eu a pensar, que de política cada vez percebo menos. Ou mais, infelizmente.
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breves,
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março 23, 2009
José Mourinho
Não há dúvida que o homem merece, só acumula sucessos.
Vai daí lembrei-me de outro José, o Sócrates e pensei se haveria alguma escola superior com tanta falta de doutorados que resolvesse conceder a mesma honra ao actual primeiro ministro. Não me parece. Realmente, o homem só acumula desgraças.
Vejamos então as qualidades de Mourinho: lider nato, inteligente, organizado, estratega, ganhador, gestor de milhões (os seus). Ainda por cima, giro que se farta, digo eu.
Então não era mesmo disto que precisávamos para governar o país? Talvez ainda ganhássemos uns ministros com umas pernas bem musculadas. De qualquer forma, a malta já só pensa em futebol... É por isso que proponho:
Mourinho a primeiro ministro, já!
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disparates?,
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janeiro 08, 2009
será que ouvi bem?
Então agora podem-se fazer obras públicas por ajuste directo até 5.000.000€ (cinco milhões de euros), ou seja até 1.002.410.000$00, ou seja até, contas redondas, um milhão de contos?
Isto uns meses depois de ter entrado em vigor no dia 1 de Julho de 2008 um novo diploma legal que tem entre os seus principais objectivos a obtenção de uma maior transparência na contratação pública e que impõe como limite para o ajuste directo os 150.000€, ou seja 33,(3) vezes menos?
E vem um senhor (desculpem lá, mas assim de repente, só conheço as fronhas do 1º ministro, do das finanças e da da educação), vem um senhor, dizia eu, afirmar de olhos muito abertos e arzinho inocente que, "nahhh, isto não tem nada que ver com estarmos em ano de eleições, isto são directivas comunitárias para desafogar a economia e vencer a crise".
Ah sim? Ah pois...
Vá, digam-me que afinal adormeci mesmo sentadinha e tudo e sonhei isto.
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passaram-se?,
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portugal no seu melhor
novembro 04, 2008
born in the usa
Há 8 anos que ando zangada com os americanos por terem escolhido Bush como presidente, ainda por cima bisando. Ok, à primeira uma pessoa pode enganar-se, mas à segunda já só pode ser por gosto. Pronto, houve aquela cena duvidosa da contagem de votos na Flórida mas, fosse como fosse, mesmo que Gore tivesse ganho, teria sido por escassa diferença.
Sendo costumeira a alternância de poderes nos EUA entre democratas e republicanos (não é que a diferença seja enorme, mas sempre é alguma e recentemente tende a aumentar, digo eu), antes mesmo de se saber quem seriam os candidatos para estas eleições já era provável que, desta vez, a Casa Branca passasse para os democratas.
Daí que eu achei que o mundo ia mesmo mudar quando se percebeu que os candidatos democratas com probabilidades de chegarem ao fim eram uma mulher e um afro-americano. Confesso que cheguei a duvidar da maturidade dos américas... nahhh, pensei eu, aqueles tipos nunca serão capazes de pôr nem uma mulher nem um mestiço à frente dos destinos da nação.
Depois fui vendo as sondagens e redimi-me. Afinal parece que a malta do lado de lá do atlântico tem alguma coisa dentro da cabeça.
Voltando à primeira questão: Será que o mundo vai mudar com a provável eleição de Obama?
Provavelmente não irá mudar muito... Brancos, negros, homens ou mulheres, os americanos são sempre americanos e, como quaisquer outros, põem sempre os interesses do seu país à frente dos demais. Humanismo não é para políticos, é para nós, simples mortais que ainda cremos em utopias de mundos sem fronteiras, sem guerras, sem fomes, sem diferenças tão abismais.
Uma coisa no entanto me parece certa: a imagem da América perante o resto do mundo vai mudar com toda a certeza. E só isso poderá fazer toda a diferença.
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junho 25, 2008
explicação do adultério
"o casamento é um fardo tão pesado, que dois não chegam para o carregar".
Não podia estar mais de acordo. Resta saber quantos são precisos: três, quatro? Dependerá do tédio e de quão morno está o enlace.
Feitas as contas e tiradas as conclusões, o verdadeiro salvador dos casamentos é o adultério. Haja sempre um(a) outro(a) disponível para o fazer no curto/médio prazo e uma lista de candidatos(as) de reserva para ir substituindo.
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maio 07, 2008
declaração de voto
Assinei esta petição contra o acordo ortográfico por duas razões:
1 - sou contra este acordo, pois tem coisas que acho estúpidas e desnecessárias. Não sou contra um acordo ortográfico embora me questione sobre a sua utilidade. Enfim, pode ser útil nalgumas coisas, como programas de correcção automática de textos e tal.
2 - não encontrei (diga-se que também não procurei) mais nenhuma petição anti-acordo.
É que há pelo menos duas coisinhas neste manifesto que me irritaram logo da primeira vez que o li:
i - introduzir o manifesto com dissertações sobre a qualidade do ensino da língua portuguesa nas escolas, culpabilizando os meios de comunicação social pelo mau uso dado à língua e patati e patatá. Isto para mim, é misturar alhos com bugalhos. É como virem-me dizer que a sopa não está boa porque a agricultura está em crise.
ii - esta frase: "Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa." Reparem: "...dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português...". Referem os PALOP's, ok e Timor (955.000 almas que mal papagueiam a língua oficial - 95% da população fala mas é tétum). A forma ostensiva e obtusa como é deliberadamente omitido o Brasil (são só 184 milhões de falantes de um português repleto de palavras com origem em línguas indígenas e outras, coisa pouca a incluir em outras zonas do mundo) levou-me quase quase a não assinar este manifesto. Perdoem-me os nomes sonantes que o redigiram , mas isto é ridículo de tão estúpido.
Enfim, pesem embora estas considerações, penso que fiz bem em assinar a petição. Pode ser que quem manda pare um bocadinho para pensar.
É que a mim, os omnipotentes não me põem a escrever "onipotentes".
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abril 24, 2008
mas o homem não se enxerga?
Mas caramba, mais circo, não. Ele há outros países. Perdoem-me o egoísmo mas, porque não emigra? Sei lá, para a Lapónia. Olhem, pensando bem, coitados dos lapões. Eu nem me importo que uma pequenina percentagem dos impostos que entrego ao Estado seja para pagar uma reforma ao PSL só para ele ficar sossegado. Arranjávamos-lhe uma vivenda com piscina e umas miúdas jeitosas em Vila Nova da Rabona e púnhamos lá o gajo.
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abril 17, 2008
acabei de ouvir...
Eu cada vez ligo menos à classe política e nunca o PSD recebeu o meu voto, mas desta vez concordo com o seu recente ex-lider. Aliás, só não concordo a 100% porque acho que já "chega!" há imenso tempo.
Mas ele, coitado, só percebeu agora.
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março 20, 2008
dia do pai - direitos de pais e filhos
Agora há mais "dias de" a que não ligo nenhuma, mas ao dia da mãe e ao dia do pai ligo. Gosto de receber um mimo no dia da mãe e de dar um à minha mãe e, no dia do pai, sendo que o meu pai já nos deixou, há o pai do meu filho.
E é pensando no pai do meu filho e no meu filho que gostava de deixar aqui o meu testemunho.
Voltas que a vida dá, o pai do J e eu separámo-nos pouco depois do nosso filho nascer, após 10 anos de relacionamento (8 de namoro e 2 de casamento). Não fui eu que quis essa separação. Fiquei mal, fiquei magoada, sentida. Senti-me traída, abandonada num projecto a dois. Não gostei, de todo.
Mas todo esse mau estar nunca me fez perder a racionalidade que, desde então até agora tem norteado a minha postura: uma coisa é o relacionamento de dois adultos, outra muito diferente é a relação entre os pais e os filhos e os direitos que todos têm. Os pais, o direito e o dever de acompanharem o crescimento e de educarem os filhos, os filhos, o direito de terem pais presentes de quem tenham uma imagem positiva. Não sou psicóloga, nem pedagoga, nem nada que se assemelhe. Mas o bom senso sempre me ditou que, para a formação do meu filho enquanto ser humano era essencial ter uma imagem positiva do pai que, diga-se de passagem, é óptima pessoa. Mas mesmo que não fosse.
Eu e o pai do J separámo-nos. Mas tínhamos, temos, em comum o que há de mais sagrado: um filho. Um filho com direitos que nenhum de nós pode sonegar. Por maior que fosse a minha mágoa na altura, os direitos do meu filho e do pai dele sempre estiveram em primeiro lugar. O J cresceu com os pais separados mas presentes, sempre. O pai e a mãe. Nunca o J ouviu da minha boca enquanto crescia qualquer menção ao seu pai que não fosse positiva e tenho a certeza que o pai dele fez o mesmo. E parece-me tão óbvio que esta imagem positiva dos pais seja essencial para o desenvolvimento de uma criança, para a sua estabilidade emocional, que não consigo perceber como é possível que pais, mães, que amem os seus filhos com A grande, os utilizem como cavalos de batalha em guerras das quais eles não têm a menor culpa.
Vivo rodeada por exemplos desses, entre amigos e familiares e deparo-me com comportamentos que considero verdadeiramente criminosos por parte, sobretudo, das mães. Com que direito pode uma mãe impedir os filhos de se relacionarem com o pai?
Excluindo casos de insanidade ou de criminalidade, com que direito?
Quando ouço homens separados dizerem com ar triste que só podem ver os filhos um fim-de-semana de 15 em 15 dias e que às vezes nem isso, pois as mães arranjam pretextos para que os encontros não se concretizem, quando ouço mulheres dizerem que os filhos não precisam dos pais para nada, quando conheço casos de mães que levam os filhos pequenos a fazerem telefonemas aos pais papagueando agressões verbais que elas lhes ensinam, quando sei de meninos que são deixados à porta de casa pois os pais não se falam e não se podem nem ver, a minha alma pasma.
Isto é estupidez, é maldade, é o quê?
Neste dia do pai, penso nos pais que se vêem privados dos seus filhos e nos filhos a quem as mães roubaram os pais. E lamento que haja mães que ponham a sua mesquinhez à frente dos direitos dos seus próprios filhos.
Notas de rodapé sobre a minha experiência (é tão fácil, afinal):
- Depois daqueles primeiros tempos em que a presença da mãe é mais importante por razões "umbilicais", o J sempre viveu 15 dias com a mãe, 15 dias com o pai. Antes disso o pai do J via-o sempre que queria.
- Eu sempre fui a casa do pai do J e vice-versa. Para jantar, para falar, para brincar. Sempre que possível, havia saídas a 3.
- Nunca o J ouviu menções menos honrosas sobre namorados/namoradas dos pais.
- Quando o J começou a ser mais independente, a ir sozinho para a escola, eu e o pai do J procurámos casas próximas um do outro e próximas da escola.
- Quando o J nos disse que 15 dias em cada casa não era suficiente para se adaptar aos ritmos de cada uma e que preferia períodos mais longos, passou para um mês.
- Durante esse mês, o J sempre teve a presença do outro progenitor, sempre viu os pais quando quis.
- Eu e o pai do J mantemos uma sólida relação de amizade e vemo-nos com regularidade.
- Tudo isto à revelia do tribunal que estipulou, mesmo depois de recurso, que o J ficaria apenas à minha guarda. Nada de guardas conjuntas. Ok, levem lá a bicicleta. Cagámos na decisão do juiz e fizémos o que bem entendemos.
- O pai do J teve uma filha que tem agora dois anos. É irmã do meu filho. É como se fosse do meu sangue e adoro-a.
- O meu filho, à beira da maioridade, é um rapaz equilibrado e feliz.
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março 15, 2008
novo pecado visto do céu
O post do Alf fez-me pensar que ele, eu e a maioria de nós que por aqui nos passeamos somos de facto pessoas privilegiadas. Pela simples razão de que temos um tecto a sério que nos abriga. Maior ou menor, mais ou menos luxuoso, mas um verdadeiro tecto. E por baixo desse tecto temos o conforto mínimo de que precisamos para vivermos a vida com a dignidade que deveria ser um direito de qualquer ser humano.
O live search maps é pois muito útil. Permite-nos encontrar a nossa casa em voo rasante e cuscar um pouco por aí. Mas também nos permite encontrar, iluminados pela luz crua do mesmo Sol, os bairros onde os tectos não protegem as pessoas que lá sobrevivem em condições que apenas imaginamos, pois não as conhecemos de facto. Ignoramos o que é partilhar o mesmo espaço diminuto com mais dez pessoas, ignoramos o que é ter fome, frio, chuva a pingar em cima de mantas húmidas e a falta de um duche quente todas as manhãs.
Na minha cidade há gente a viver aqui

e aqui

e aqui

E no meu país há gente a viver aqui

e que tem a casa de férias aqui
A pobreza extrema de uns e riqueza escandalosa de outros faz parte da lista dos novos pecados capitais com que o Vaticano resolveu presentear o mundo católico. Tal como li aqui, também eu não vislumbro como e quem confessa este pecado. Será que os crentes menos afortunados têm de passar a confessar ao padre: "pequei, sou pobre."?
Deus, a existir, não precisa desta ferramenta informática para verificar se o seu rebanho anda a pecar muito ou pouco. Mas para nós, simples mortais, é bom que percamos um pouco de tempo a voar por aí e a perceber de que retalhos é feito este país.
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março 10, 2008
cem mil
Quando penso que a última reunião de pais correu mesmo muito mal porque alguns pais se queixaram de que os seus filhos estavam desmotivados a português porque as aulas eram, segundo eles, "uma seca" e a dita professora de português adoptou uma atitude meramente defensiva dizendo que os alunos eram imaturos e que tinham de encontrar motivação por eles próprios, recusando-se a tentar arranjar uma forma de tornar as suas aulas mais interessantes, ainda vejo mais acrescidas as minhas dúvidas.
Quando me recordo que no oitavo ano, a turma do miúdo não teve aulas de português o ano inteiro, pois a professora entrava de baixa por doença, voltava para dar uma aula ao fim de 29 dias e regressava ao estatuto de doente, impedindo a escola de requisitar um professor substituto, ainda mais dúvidas tenho.
E quando me lembro da da 3ª classe que na avaliação de período escreveu que "o João devia de estar mais atento nas aulas", já não sei o que pensar.
100.000 professores em rebeldia é muito professor, alguma razão deverão ter. Se calhar é o meu filho que tem tido azar.
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fevereiro 25, 2008
to love or not to love...
Fui ver o "Sweeney Todd" na semana passada e estou com dificuldade em decidir se gostei ou não do filme. Isto, lido assim, parece uma observação um bocado estúpida. Ou se gosta ou não se gosta, dir-me-ão. Mas o cinema funciona quase como as paixões: há amores à primeira vista, há outros que amadurecem com o tempo, outros em que se gosta dumas coisas, doutras não e se hesita em concluir para que lado tomba o fiel da balança.
Gostei muito de "The Nightmare Before Christmas" e de "Corpse Bride". Adorei "Ed Wood", "Big Fish" e "Sleepy Hollow". E os outros que vi, vi com agrado. Até "Charlie and the Chocolate Factory", enfim...
Gosto da plástica dos filmes de Burton e do ambiente negro que envolve as suas estórias. Se "Sweeney Todd" tem tudo isto, incluindo Johnny Depp e Helena Bonham Carter (e até Sacha Baron Cohen!), porque será que me chateei que nem um perú durante mais de metade do filme? E dormitei um tiquinho? E estive vai não vai para sair?
Acabei por ficar até ao fim porque a partir de, digamos, 2/3 do filme ele me começou a interessar. Saí de lá sem perceber o que me desagradara. A fotografia, os cenários, a caracterização das personagens e a sua interpretação são sublimes. E tem piadas com graça. Só que o filme é, foi para mim, objectivamente chato.
Passados que foram uns dias, amadureci a vaga sensação que tive de início de que a culpa era da música. E é. Não gosto daquele tipo de música, não gosto mesmo. Que chata, meu Deus...
Dêem-me o "Sweeney Todd" em versão não musical e tenho a certeza de que vai direitinho para os meus tops do Tim Burton.
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janeiro 24, 2008
ainda do roubo
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janeiro 23, 2008
ké isto?!?! estou a ser roubada!
Ora na rádio também diziam que havia já pessoas a queixarem-se à DECO de que nos seus ginásios não tinha havido qualquer redução dos custos, o que significa na prática, que esta redução de 15% se traduz, efectivamente, num aumento de 15% nos lucros dos operadores.
Não me lembrava de ter recebido qualquer comunicação do meu ginásio quanto a redução no preço da mensalidade, só me lembrava de que todos os anos esta tem vindo a aumentar, de forma que hoje, quando recebi a factura do ginásio, resolvi olhar para ela com atenção.
Cá está, IVA a 5% em Janeiro deste ano, total 86.89€Vamos cá ver como era no fim do 2007:
Afinal o IVA já era 5%... total em Novembro de 2007, 84.36€. Houve um aumento de 3.1% de 2007 para 2008. Então quando terá sido a alteração do IVA? Parece que ouvi a notícia com uns meses de atraso... Procuremos...
Em Janeiro de 2007 o IVA era de 21%. Mas?! O valor total é o mesmo!! 84.36€
Que cena vem a ser esta? Vou ver Fevereiro de 2007. Igual a Novembro. Quer dizer que a coisa se deu de Janeiro para Fevereiro de 2007.
Vejamos o valor base:
Em Janeiro de 2007 - "total empresa full" - 69.72€, com o IVA a 21% dá os tais 84.36€ .
Em Fevereiro de 2007 muda a descrição, passa a haver dois items:
- "utilização de instalação desportiva" - 79.36€
- "ginástica em grupo" - 5.00€
O total são 80.34€ que, com o IVA a 5% dá, surpresa! 84.36€ .
Isto significa que a medida do governo para promover a prática do desporto se traduziu num aumento do lucro do meu ginásio de 15,23% de Janeiro para Fevereiro de 2007. Assim. De mão beijada.
Recordo agora que no ano passado, de repente deixei de receber facturas do ginásio. Como preciso delas para os impostos pois tenho recomendação médica para fazer natação e máquinas, fui perguntar o que se passava e na recepção disseram-me que no Holmes Place, pois é do Holmes Place que falo, tinham decidido só enviar facturas a quem as pedisse expressamente. Isto demonstra má fé. Foi obviamente para os sócios não repararem, como me aconteceu a mim.
Se não tivesse ouvido aquele programa de rádio, nunca teria dado por isto. Amanhã mesmo vou entregar uma carta no Holmes Place a pedir que me esclareçam por escrito por que motivo a mensalidade foi aumentada 15,23% sem aviso prévio e, conforme a resposta, vou-me também queixar à DECO, à PGR e a quem mais tiver de ser.
Isto é uma escandaleira!
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portugal no seu melhor
janeiro 19, 2008
ainda do cabeleireiro
Por que raios tenho eu de ficar a saber que OUSSA Ó EUGÉNIO, ACHA QUE TENHO DE CORTAR O CABELO OU AINDA ESTÁ BOM ASSIM? É QUE LOGO VOU A UMA FESTA EM CASA DA PIXINHA SÁ E, SABE COMO É... (...) NÃO, NÃO QUERO UM CHÁ, OBIGADA, FAZ-ME AZIA, PECÉBE? (as tias têm todas um certo problema com a articulação dos érres).
A mim, o que me faz azia são estas gajas, céus... Não há paciência. Mesmo.
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